O RH precisa estar em campo, não apenas assistindo ao jogo.
- terranovacamila
- 1 de jul.
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Na Copa do Mundo, nenhuma seleção entra em campo sem estratégia.
Existe quem analisa adversários, acompanha desempenho, estuda estatísticas, define a melhor formação e prepara o time para os diferentes cenários.
Nas empresas deveria ser exatamente assim.
Durante muito tempo o RH foi visto como uma área operacional, responsável apenas por contratar, desligar e administrar benefícios.
Mas o mercado mudou.
As novas gerações não escolhem uma empresa apenas pelo salário. Elas buscam propósito, desenvolvimento, liderança, qualidade de vida, pertencimento e uma cultura na qual façam sentido permanecer.
E isso não acontece por acaso.
É resultado de decisões estratégicas.
Por isso, o RH precisa participar da mesa onde essas decisões são tomadas. Porque quando falamos sobre crescimento, produtividade, inovação, retenção de talentos ou transformação cultural, estamos falando de pessoas.
E toda estratégia passa por pessoas. Não existe crescimento sustentável sem um RH que participe da construção do negócio.
O RH deixou de ser um departamento de apoio.
Ele é parte da estratégia.
Na Copa, quem monta a estratégia aumenta as chances de levantar a taça.
Nas empresas, acontece exatamente a mesma coisa.



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